Nuno Ferreira: “Objetivo do mandato é alargamento do campo"

Dirigente entra para o quinto mandato à frente do S. Paio SC

Nuno Ferreira e a sua direção foram eleitos para um novo mandato à frente da Associação S. Paio SC. Um elenco diretivo com ligeiras alterações, mas sem novidades na direção, que quer continuar a trabalhar para engrandecer o clube. Segundo o dirigente “ainda há projetos para levar para a frente”, o mais importante dos quais, o alargamento do recinto de jogo.

Realizou-se na passada sexta-feira, dia 10, a Assembleia Geral do S. Paio SC, com o objetivo de eleger uma nova direção. Apenas se apresentou uma lista candidata, com a recandidatura de Nuno Ferreira, num elenco que regista algumas alterações, nomeadamente novos presidentes da Assembleia Geral e Conselho Fiscal. Na direção mantêm-se os dois homens fortes dos últimos anos, Nuno Ferreira, como presidente e Simão Vieira, como vice-presidente.

Recorde-se que Nuno Ferreira entrou para a presidência em 2018, inicia assim o seu quinto mandato à frente da coletividade. Os últimos anos têm sido de transformação do clube, mas o dirigente destacou em entrevista à Rádio Vizela, que há ainda muito trabalho a fazer.

“Já era a nossa ideia continuar e por isso é que viemos preparados para esta assembleia, onde apresentámos uma lista para o próximo biénio. No nosso entender ainda há algum trabalho a fazer, temos feito um bom trabalho nos últimos anos, mas há aí uns projetos para avançar, e achamos que nos próximos dois anos conseguiremos dar início a esses projetos”.

Uma lista com poucas novidades e com gente de trabalho, como avança o dirigente:

“Há poucas novidades, há um ou outro elemento que entrou novo, sai apenas um elemento, acho que os que vieram são para acrescentar, vão ser muito úteis à direção e ao clube. Todos os elementos são importantes, todos têm as suas tarefas, têm as suas responsabilidades, não vêm para cá para fazer número, é para trabalhar, tem as suas funções e tem desempenhado bem essas funções. Estou satisfeito com os elementos que tenho e por isso é que os convidei novamente para fazer parte da nossa direção”.

Nuno Ferreira e a sua direção têm bem definido o que pretendem para o novo mandato, há uma nova obra em mente, o alargamento do recinto de jogo do Campo da Covinha. O clube sabe que se subir ao Pró Nacional não poderá jogar em casa, por isso as atuais medidas do campo estão a estrangular o futuro: “Neste momento nós temos um objetivo, depois destas obras que fizemos agora com o alargamento da nossa sede social e da instalação do novo sistema LED, o que nos está a faltar agora é espaço físico. O alargamento do campo é uma necessidade e neste momento o nosso campo está a estrangular um bocadinho o nosso crescimento. No nosso entender, o próximo passo será alargar o campo, porque é uma necessidade, há condições para isso acontecer e com os apoios certos das entidades certas, acho que vai ser uma obra que vai avançar muito em breve”.

Uma certeza é que o S. Paio não poderá sozinho fazer face a esta obra, por isso o presidente diz que vai procurar apoios: “É impensável o clube conseguir sozinho realizar uma obra dessas. Nós somos um clube que ao longo dos anos nos temos candidatado alguns subsídios e até temos ganho algumas candidaturas a nível da Federação, do IPDJ, da Câmara, que tem sido fundamental para a realização destas obras todas. É por aí que temos de tentar perceber se há alguma candidatura, de uma entidade a nível nacional e teremos de falar com a Câmara e tentar ver se é viável a ajuda deles”.

O S. Paio já conseguiu o terreno necessário para o alargamento, agora faltará encontrar a solução para efetuar o alargamento: “O terreno há oito anos não era nosso, neste momento é nosso porque fizemos uma permuta de um terreno que tínhamos com o proprietário do terreno que é vizinho aqui do campo. Essa permuta está feita, neste momento temos esse espaço para crescer, a já falada plataforma, não sei se será a opção mais barata, poderemos avançar com outra opção, estamos a analisar, já chamamos aqui pessoas da área, profissionais da área também, vamos ouvir a opinião deles e devemos chegar a consenso.

É óbvio que são obras caras, então pudermos ir para uma opção mais barata, mas que seja útil e que seja válida, vamos ir para a opção mais barata”, afirmou.

 

 

PUB___