Requalificação na Travessa 11 julho reforça mobilidade
A requalificação da Travessa 11 de Julho foi inaugurada nesta terça-feira, dia 14 de julho, numa intervenção que visou melhorar as condições de circulação, segurança e organização urbana no centro de Vizela.
Na sua intervenção, José Armando Branco, presidente da união de freguesias, explicou que a obra resulta da proximidade com a população, afirmando que “este projeto é o exemplo perfeito de como a proximidade entre a autarquia e os residentes gera resultados concretos”. Acrescentou ainda que, “atendendo aos pedidos dos moradores, não só renovamos o espaço público e melhoramos a iluminação, como reorganizamos a mobilidade local, implementando-o no sentido único para garantir segurança e fluidez do trânsito”, salientando também a criação de estacionamento, com “23 novos lugares”.
Já o presidente da Câmara Municipal de Vizela, Victor Hugo Salgado, destacou o simbolismo da intervenção, afirmando que “não são obras significativas, não são obras expressivas, mas são obras que pelo seu simbolismo e pelo seu caráter fazem com que seja importante este momento”.
O autarca recordou o estado anterior da via, descrevendo que “parecia um verdadeiro buraco de abandono, que nada mais não era do que incentivo a tudo o que há de mau na sociedade nos nossos dias”, acrescentando que “isto estava tudo em terra, não havia passeios, não havia iluminação, no inverno era praticamente impossível passar”.
Respondendo diretamente a críticas, nomeadamente sobre o abate de árvores, Vítor Hugo Salgado afirma: “dizem muitas das vezes que deitamos muitas árvores abaixo, esta rua não tinha uma única árvore e vai ficar com quatro”.
Nesse sentido, reforçou que “ao longo dos últimos anos, temos tido um trabalho onde fazemos obras e inauguramos obras, fazemos obras e inauguramos obras”, destacando ainda o volume de intervenções realizadas: “pavimentámos mais de 40 vias no Concelho de Vizela”.
O autarca defendeu também o percurso do município, afirmando que “existem poucos concelhos (…) que em tão pouco tempo, 8 anos, 9 anos, (…) se tenha feito tanto com tão pouco dinheiro porque reduzimos a dívida (…) e reduzimos os impostos”.





