Iniciativa "Construir o Futuro" começou esta sexta-feira

O Auditório Francisco Ferreira recebe esta quinta-feira, dia 3 de julho, a primeira edição da iniciativa “Construir o Futuro”, promovida pela União de Freguesias de Caldas de Vizela (S. Miguel e S. João). Dirigido a alunos do secundário, o evento pretende criar um espaço de reflexão sobre “um espaço de reflexão sobre os desafios do mundo atual e o impacto das transformações sociais e tecnológicas nas suas escolhas académicas, profissionais e pessoais”.

A sessão de abertura contou com a presença do presidente da União de Freguesias, José Armando Branco, da vereadora da Educação da Câmara Municipal de Vizela, Agostinha Freitas, da Márcia Castro, a técnica da biblioteca e da Margarida, dinamizadora do projeto.

Na sua intervenção, José Armando Branco destacou a importância de apostar nas novas gerações, sublinhando que "vivemos tempos de grandes mudanças sociais e tecnológicas" e que "investir nos jovens é investir no futuro da nossa comunidade". O autarca salientou ainda que a iniciativa nasceu da vontade de preparar os jovens para os desafios que os esperam, afirmando que "ninguém sabe exatamente como será o futuro, mas acreditamos que qualquer desafio se torna mais fácil quando estamos preparados para o enfrentar".

O presidente da Junta explicou que esta é apenas a primeira de várias ações previstas, referindo que o "Construir o Futuro" representa "a primeira de muitas iniciativas que pretendemos desenvolver ao longo dos próximos anos", deixando também um agradecimento aos oradores e a todos os que contribuíram para a concretização do evento.

Por sua vez, a vereadora da Educação, Agostinha Freitas, elogiou a iniciativa da União de Freguesias, considerando que "a educação se discute em qualquer sítio" e que este encontro permite abordar o tema "de forma diferente", fora da sala de aula e com novas perspetivas.

A responsável destacou ainda os desafios que as novas tecnologias colocam ao ensino e aos próprios jovens, lembrando que "há uma coisa muito difícil, que é perceber o que é boa informação e o que é má informação", reconhecendo que essa é também uma dificuldade sentida pelos adultos.

Agostinha Freitas enalteceu igualmente o envolvimento da Junta de Freguesia na promoção de iniciativas ligadas à educação. "A Junta de Freguesia também olhou para este propósito e juntou-se a este desígnio, que é trabalhar a educação", afirmou, incentivando ainda os participantes a aproveitarem o dia para aprender e partilhar a experiência com outros jovens.

 

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