Casa da Cultura recebeu conferência da Nova Acrópole Vizela
A Casa da Cultura Joaquim da Costa Chicória recebeu esta sexta-feira, dia 30 de janeiro, a conferência “Concentração e despertar interior segundo o budismo tibetano”, organizada pela Nova Acrópole de Vizela, com o apoio da Câmara Municipal de Vizela.
Solange Macedo, diretora da Nova Acrópole de Vizela, referiu o tema abordado nesta conferência. “Nós trouxemos um livro que foi escrito por um filósofo, Fernand Schwarz, ele é professor na Nova Acrópole e é diretor em França. Ele escreveu-nos este livro com uma simbologia que vai de encontro à filosofia budista. Isto é um caminho da concentração, em que nós vamos percorrendo um determinado caminho até encontrarmos a nossa verdadeira natureza, a nossa verdadeira identidade, que no fundo são os passos e práticas necessárias para conseguirmos chegar a estes estados mais elevados e mais tranquilos.”
A responsável revelou ainda o tema apresentado no próximo evento que decorre no próximo mês: “No dia 21 de fevereiro vamos falar de uma obra que é indiana, a Bhagavad Gita, traduzido é a Canção do Senhor. É uma obra muito bonita, indiana, que o professor Ricardo Louro, que é o diretor da Nova Acrópole de Viseu, vai nos trazer. No fundo, é uma batalha interior que todos nós travamos todos os dias, em que todos nós temos medos, resistências, apegos, desejos e então também serão práticas que permitem superar essas resistências que nós vamos tendo para agirmos da melhor forma, sem ferir ninguém.”
Solange Macedo terminou por destacar a função da Nova Acrópole na comunidade e a sua importância. “Nós, na Nova Acrópole, fazemos um trabalho em que permitimos que as pessoas consigam chegar a determinados momentos de reflexão e de pensamento que muitas vezes no nosso quotidiano nós não temos e há essa necessidade. Nós muitas vezes sofremos interiormente com situações que provavelmente até poderão ser desnecessárias e estamos a criar obstáculos dentro da nossa mente que são ilusórios, e então há várias formas e vários meios de conseguirmos chegar a essas superações de obstáculos. E nós, nas nossas escolas, todos os cursos que nós vamos desenvolvendo é sempre numa forma de despertar aquilo que o ser humano tem de melhor dentro de si, que é, no fundo, a Acrópole. A Acrópole é o caminho interior e é o encontro com o mais elevado que nós temos, que é a bondade. Por isso, o nosso trabalho vai de encontro a esse despertar de poderes que nós temos latentes dentro de nós e que é uma forma de os colocar em prática e os colocar em vida, dar vida a esses poderes.”








