Carlos Barbosa é candidato à Distrital de Braga do CHEGA
Carlos Barbosa anunciou formalmente a sua candidatura à presidência da Comissão Política Distrital de Braga do Partido CHEGA para o próximo mandato.
Atual deputado e dirigente partidário, em comunicado refere que a sua candidatura tem como objetivo “consolidar o crescimento do partido no distrito e afirmar uma liderança próxima dos militantes, determinada e focada em resultados”, acrescentando ter conhecimento direto da realidade interna do partido em Braga.
Militante do CHEGA desde o início de 2020, Carlos Barbosa integrou várias estruturas do Partido no distrito, sendo atualmente presidente da Mesa Distrital de Braga. “Sou atualmente deputado à Assembleia da República, deputado na CIM do Cávado e deputado municipal em Braga, considero que conheço bem o distrito, as suas estruturas e os desafios que o partido enfrenta”.
Mencionou ainda que esta candidatura surge também como resposta a um momento em que “tem faltado uma liderança próxima, mobilizadora e capaz de unir o partido”. “O projeto que apresento nasce da vontade de muitos militantes que querem um CHEGA mais forte, mais organizado e mais presente no terreno. Uma estrutura capaz de mobilizar, unir e preparar o partido para os desafios eleitorais que se aproximam”.
Em comunicado, o candidato defende uma liderança “agregadora, democrática e próxima das bases, capaz de unir o partido e devolver aos militantes um papel central na vida interna da estrutura distrital”. Desta forma, assume como prioridade o reforço da implantação do CHEGA em todos os concelhos, pretendendo dar força às concelhias, contruindo uma equipa coesa, preparada para alcançar vitórias políticas no distrito.
Carlos Barbosa afirma que considera essencial “ter um partido firme, sem ambiguidades e com capacidade de mobilização, preparado para afirmar uma estratégia política clara no distrito de Braga”, destacando como objetivo “levar André Ventura à liderança do governo de Portugal”.
“Este é o momento de dar um novo impulso ao CHEGA em Braga”, conclui.








