CMV reforçou sinalética de interdição de banhos na Marginal
A Câmara Municipal de Vizela instalou novas estruturas informativas na Zona Ribeirinha e nos Passadiços, com o objetivo de reforçar a sinalização relativa ao desaconselhamento temporário de banhos no Rio Vizela e esclarecer a população de que os repuxos da Marginal Ribeirinha podem ser utilizados sem qualquer restrição.
Em comunicado, a autarquia recorda que a interdição de banhos decorre da recomendação da Unidade Local de Saúde (ULS), e explica que as novas estruturas pretendem garantir uma informação permanente e resistente a atos de vandalismo.
Segundo o Município, os anteriores avisos informativos eram frequentemente retirados ou danificados, dificultando o cumprimento das orientações das autoridades de saúde. Para ultrapassar essa situação, foram agora instaladas três estruturas fixas: duas nos principais acessos ao rio, com informação sobre o desaconselhamento da prática balnear, e uma terceira junto aos repuxos da Marginal Ribeirinha.
A CMV faz questão de esclarecer que os repuxos utilizam exclusivamente água da rede pública do abastecimento, funcionando de forma autónoma e independente da água do rio. Por esse motivo, garante que “a segurança sanitária dessa zona de recreio está totalmente assegurada” e apela às famílias para que continuem a usufruir daquele espaço “com total tranquilidade”, uma vez que a água é “controlada, tratada e perfeitamente segura”.
No mesmo comunicado, o Município reafirma que o desaconselhamento se aplica apenas à água do Rio Vizela e assegura que continuará a pressionar as entidades competentes, nomeadamente a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) e o Ministério do Ambiente, “para que os episódios poluidores cessem de imediato”.
A autarquia considera que a despoluição do Rio Vizela continua a ser uma prioridade estratégica para o desenvolvimento turístico do concelho, lembrando que o investimento realizado na requalificação da Marginal Ribeirinha, do Parque das Termas e na criação dos Passadiços. Até que as autoridades de saúde validem novamente a qualidade da água para banhos, “o Município manterá uma postura de total transparência, garantindo que a sinalética permanece visível, inviolável e esclarecedora para salvaguarda de todos os utilizadores da nossa Marginal”.






