Vizela passa ao lado da fase crítica de incêndios de verão

Poucas ocorrências, e pouco significativas, num verão aquém do esperado quanto ao calor.

Passada a fase mais preocupante no que toca a perigo de incêndios florestais, o foco agora são as queimas e queimadas, principalmente nesta transição de verão para o outono, dadas as temperaturas consideráveis que ainda se fazem sentir. Caso pretenda efetuar esta ação, deve ter uma licença especifica para o efeito, que pode conseguir através do site do ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Não tem custos, é apenas um registo. Sem autorização há coimas. Caso pretenda, pode também contactar os Bombeiros ou a Proteção Civil Municipal.

Mas vamos recuar e falar de números e de balanços, avançados ao RVJornal por Paulo Félix. O dispositivo que começou no dia 15 de maio e que se prolongou até dia 31 do mesmo mês – a chamada Fase 2 do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios (DECI) - em Vizela, houve apenas quatro ocorrências, que envolveram 56 operacionais e 16 veículos. “Foram pequenas fogueiras”, disse o Comandante.

Depois, na fase três – de 01 de junho a 30 de junho - no Município de Vizela houve apenas três ocorrências, que mobilizaram 14 bombeiros e três veículos. A mais crítica, a chamada fase Charlie – fase 4 - de 01 de julho a 30 de setembro, contabilizou quatro ocorrências no Município de Vizela, sendo que a área de atuação dos Bombeiros de Vizela abrange ainda cinco freguesias do concelho de Guimarães.

Desde janeiro deste ano, no que toda a toda a área de atuação dos Bombeiros de Vizela, houve 33 ocorrências, 69 veículos apoiados por 247 operacionais e foram percorridos 134 quilómetros. Dentro do dispositivo, destaque também para o apoio ao distrito de Braga - 46 ocorrências, 68 veículos e 319 operacionais.

Notícia completa para conferir no RVJornal, amanhã nas bancas.

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