Jorge Faria volta à família PS e recandidata-se a Vilarinho

Vincou Jorge Faria que se fez mais nestes últimos dois anos em Vilarinho “do que em qualquer noutro mandato".

Nas anteriores autárquicas “bateu com a porta” e ficou com as costas voltadas para o Partido Socialista (PS) de então, que na ocasião tinha Joaquim Couto na Câmara Municipal de Santo Tirso. Candidatou-se em 2017 à Junta de Freguesia de Vilarinho como independente, liderando o movimento independente “Unidos por Vilarinho”. A razão apontada prendia-se com a ausência de obra na freguesia. Venceu as autárquicas de 2017 com 42,91%. Quatro anos depois volta a recandidatar-se, mas desta vez novamente pelo PS. “Pela experiência que tenho ao longo destes anos, acho que, em primeiro lugar, nos devemos preocupar com a freguesia, somos eleitos pelo povo”, começou por dizer ao RVJornal, Jorge Faria.  

Disse que na ocasião “as coisas não estavam a funcionar” e que, pela “forma como Vilarinho foi tratada pelo anterior presidente, e não só, acho que não havia condições – seja por que partido for – de a gente trabalhar com eles”. “Valeu a pena este passo que demos, foi uma forma de demonstrarmos que Vilarinho não podia ser castigada, só por isso fui candidato independente, aliás fizeram tudo para que não fosse candidato nem pelo PS nem por lado nenhum”, esclareceu.

“Neste momento, as coisas estão completamente diferentes, já fiz dois mandatos presidente de Junta pelo PS, aliás o convite é deles, será certamente um reconhecimento de que alguma coisa correu mal da parte deles e não da nossa parte”, disse.

“Está tudo sanado, penso eu, e poder defender Vilarinho com as cores que me identifico será mais fácil, não impede de bater com a porta quando tiver de bater, porque a nossa forma de lutar vai ser sempre a mesma”, acrescentou.

Vincou também Jorge Faria que se fez mais nestes últimos dois anos em Vilarinho “do que em qualquer noutro mandato em quatro anos”. “Sei que Vilarinho vai continuar assim, Vilarinho tem muitas obras para se fazer, sei que posso contar com o apoio deles, por isso aceitei ser o candidato pelo PS”.

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