PS de Lousada reagiu à conferência da coligação “Lousada Viva”
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Através de um comunicado, a Comissão Política do Partido Socialista de Lousada reagiu à conferência de imprensa da oposição organizada no passado dia 08. Com conexões religiosas, o comunicado intitula-se “De uma oposição injusta, livrai-nos, senhor”, onde se destaca a falta de qualquer medida “válida e construtiva” por parte da oposição.
“Do conclave saiu fumo, não para anunciar qualquer medida válida e construtiva ou uma liderança imaginativa e convincente, mas para esconder fragilidades que a falta de coragem impede de assumir” começou por referir o documento de resposta à conferência da coligação “Lousada Viva” que analisou os dois primeiros meses de vereação da Câmara Municipal de Lousada.
Relativamente às dívidas da Junta de Macieira, a Comissão Política considera que a coligação está a criar uma “cortina de fumo” para “se esconder atrás da dívida”, justificando assim “aquilo que já sabia não poder cumprir”. Relativamente à divida de Meinedo, o comunicado refere que “o actual Presidente da Junta busca desesperadamente pretextos para rasgar a infindável lista de promessas eleitorais” e acrescenta que “queixar-se de uma dívida irrisória de 50 mil euros quando o investimento realizado na freguesia foi superior a um milhão de euros só pode ser pegado de gula”. Para culminar este ponto relativo às dívidas das Juntas de freguesias, a comissão afirma “as promessas cumprem-se, não se desculpam!”.
No que diz respeito ao Plano de Actividades e Orçamento da Câmara, lê-se no comunicado que a coligação “propõe alterações muito pouco católicas, contemplando apenas e precisamente as Juntas de Freguesia com maioria PSD/CDS”.
Um dos pontos que a Coligação “Lousada Viva” também destacou na conferência foi o número de funcionários da Câmara, que segundo a Comissão Politica do PS a coligação “ignora tratar-se de uma consequência das novas competências das Câmaras, sobretudo na área da Educação e que os encargos assumidos são, na sua totalidade, cobertos por transferências do poder central”. Para finalizar, o comunicado refere ainda que a Coligação “incomoda-se por o Presidente da Câmara ter um chefe de gabinete, mas não se perturba por as Câmaras bem próximas disporem de um vasto leque de assessores”.


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