Empresa Omiruza despede 18 e encerra as portas
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Em Junho último a “Omiruza” já havia dispensado cerca de uma dezena de funcionárias. Agora despediu mais 18 e encerrou as portas.
A indústria têxtil era relativamente recente e estava instalada no Centro Empresarial Albino Simões, antiga Guilherme Caldas. No passado mês de Junho, a Rádio Vizela noticiava o despedimento de uma dezena de mulheres daquela empresa. Agora, mais 18 se juntam, originando o fecho definitivo da “Omiruza”. À Rádio Vizela, uma das ex-funcionárias, que optou pelo anonimato, deu conta da surpresa que abateu sobre si quando recebeu a notícia, uma vez que “havia muito que fazer”. “No dia 16 [de Agosto] ficamos de ir receber o mês de Julho e o subsídio de férias. Foi quando nos disseram que não havia dinheiro para pagar e que íamos para o desemprego”, contou. As trabalhadoras ficaram surpreendidas uma vez que “aguardavam a entrega de uma encomenda para o patrão pagar”. E a mesma funcionária continuou: “Quando nos apresentamos para receber [o patrão] disse que não lhe apetecia pagar. Não estávamos a contar, tivemos sempre trabalho, dávamos duas horas extra por dia para terminar encomendas”.
Por pagar está o mês de Julho, meio de Agosto e subsídios, fora as indemnizações.
Contactada pela Rádio Vizela, a administração da empresa em questão não se mostrou disponível para prestar qualquer tipo de esclarecimento, remetendo declarações para o advogado. Ora, contactamos o advogado que alegou sigilo profissional para não prestar esclarecimentos. A Rádio Vizela tentou ainda falar com o Sindicato têxtil do Minho mas, até ao momento não foi possível contactar Francisco Vieira.
Tudo para conferir no RVJornal, quinta feira nas bancas


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ONDE ESTA A LEALDADE??????
A continuar tudo assim, nesta passividade alarmante, Portugal estrá inelutavelmente condenado à insolvência.
É, pois, urgente que colectivamente se tome consciência destas barbaridades e, sobretudo, às mesmas se ponha termo.
Só vou ter pena das futuras funcionárias que poderão ficar sem subsidio de desemprego e com os salários em atraso, e este só pagará quando bem lhe apetecer.
Aproveitando-se assim do sistema deste país em ter direito a requerer "subsidios" ao empregar mulheres do centro de emprego, dando este para mais um carrito novo.
É assim que o País é um fracaso.
Fico triste em ler e escrever isto.
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