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Empresa Omiruza despede 18 e encerra as portas

Comentários (11 colocados): Ler comentários

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Em Junho último a “Omiruza” já havia dispensado cerca de uma dezena de funcionárias. Agora despediu mais 18 e encerrou as portas.

A indústria têxtil era relativamente recente e estava instalada no Centro Empresarial Albino Simões, antiga Guilherme Caldas. No passado mês de Junho, a Rádio Vizela noticiava o despedimento de uma dezena de mulheres daquela empresa. Agora, mais 18 se juntam, originando o fecho definitivo da “Omiruza”. À Rádio Vizela, uma das ex-funcionárias, que optou pelo anonimato, deu conta da surpresa que abateu sobre si quando recebeu a notícia, uma vez que “havia muito que fazer”. “No dia 16 [de Agosto] ficamos de ir receber o mês de Julho e o subsídio de férias. Foi quando nos disseram que não havia dinheiro para pagar e que íamos para o desemprego”, contou. As trabalhadoras ficaram surpreendidas uma vez que “aguardavam a entrega de uma encomenda para o patrão pagar”. E a mesma funcionária continuou: “Quando nos apresentamos para receber [o patrão] disse que não lhe apetecia pagar. Não estávamos a contar, tivemos sempre trabalho, dávamos duas horas extra por dia para terminar encomendas”.

Por pagar está o mês de Julho, meio de Agosto e subsídios, fora as indemnizações.

Contactada pela Rádio Vizela, a administração da empresa em questão não se mostrou disponível para prestar qualquer tipo de esclarecimento, remetendo declarações para o advogado. Ora, contactamos o advogado que alegou sigilo profissional para não prestar esclarecimentos. A Rádio Vizela tentou ainda falar com o Sindicato têxtil do Minho mas, até ao momento não foi possível contactar Francisco Vieira.

Tudo para conferir no RVJornal, quinta feira nas bancas

s. p. santa eulalia em 31/08/2010 13:32:27 | IP do Utilizador: 188.83.144.112
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o patrão de nome Horácio, não é de estranhar ter essas atitudes baixas
M.P Santa Eulália em 31/08/2010 15:40:01 | IP do Utilizador: 188.80.245.184
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Será que a empresa está em nome do Horácio? acho que não. Mais uma vez, toca ao estado, atráves dos fundos de garantia salarial, pagar as idmnizações a estes empregados. Este tipo de situações deveriam ser muito bem investigadas.Este país está a ir ao charco, por culpa destes patrões, que fazem o que querem do estado, conseguem ter empresas, sem bens e com outros nomes, tornando muito mais facil o desvio de capitais. Coitado do zé povinho, que atura esta gente e que trabalha anos e anos, para no fim levarem um pontapé de um momento para o outro. Este pais realmente é uma vergonha. Acabem com esta raça, de uma vez por todas.
PJ em 31/08/2010 16:32:47 | IP do Utilizador: 77.54.14.153
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MAIS UM . DEIXAM ABRIR EMPRESAS NOVAS MUDAM AS FUNCIONARIAS PARA NAO TEM QUE PAGAR NADA.....~

ONDE ESTA A LEALDADE??????
FD em 31/08/2010 18:05:45 | IP do Utilizador: 87.196.157.62
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Venho aqui, por um lado, para manifestar a minha solidariedade para com as trabalhadoras espoliadas e, por outro lado e concordando inteiramente com o "M.P. Santa Eulália" - a quem aproveito para cumprimentar - lamentar que continuemos a suportar situações como a denunciada que, como é evidente, nos vai custar caro a todos (pelo menos àqueles que, como eu, contribuem com todos os tipos de impostos (directos e indirectos, taxas, cotizações e contribuições.
A continuar tudo assim, nesta passividade alarmante, Portugal estrá inelutavelmente condenado à insolvência.
É, pois, urgente que colectivamente se tome consciência destas barbaridades e, sobretudo, às mesmas se ponha termo.
M.P Santa Eulália em 31/08/2010 20:04:49 | IP do Utilizador: 188.83.147.6
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Quantas mais empresas fecham, mais carros novos e boas máquinas vemos na estrada á custa das indemnizações e ordenados que ficam por pagar, aos desgraçados dos trabalhadores, que tanto trabalham. Quem paga isto? Como ninguem fiscaliza estes empresários, para váriar, quem vai pagar as indemnizações, vai ser o estado e os empresários com o dinheiro que metem ao bolso des indemnizações compram mais um carro ou uma vivenda de luxo.Mandem estes tipos para a ilha.
Guri em 31/08/2010 20:48:24 | IP do Utilizador: 83.240.242.108
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Bem pelo o que lí na notícia aqui publicada já não é sequer um problema de liquidez, pois um patrão que diz que não lhe apetece pagar ve-se bem do tipo de pessoa que é. Eu conheço bem este género de pessoas, teem boas fábricas acumulam milhões de euros em mercadorias manufacturadas e vende-as todas e não paga nenhum salário e fecha a fábrica e volta a reabri-la e repete a mesma aldrabice. Se este indíviduo diz que não lhe apetece pagar e desejo muito que venda a mercadoria toda e no fim o seu cliente lhe diga: "As peças são muito bonitas, mas não lhe apetece pagar".
Daniel T em 02/09/2010 18:53:50 | IP do Utilizador: 188.83.136.182
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Daqui a um mês ou se calhar,nem tanto, abre outra empresa, com outro nome e fica tudo perdoado, é assim que funciona esta miséria de país. O estado que se prepare para pagar mais esta factura, á custa dos nossos impostos e este patrão já pode começar a gozar, do dinheirinho das indemnizações e salários em atraso que vai meter ao bolso.(Já pode comprar mais um carro á custa do zé povinho). Ao estado que este país chegou, sem leis e sem regras, que acabe com esta gente, que não Têm o minimo de respeito por quem trabalha e que não faz falta nenhuma neste mundo.
Guri em 02/09/2010 20:31:35 | IP do Utilizador: 83.240.242.230
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Bem dito! De facto basta reabrir outra vez a fábrica para escravizar as pobres empregadas para fazerem mais uns milhões de Euros em peças e no fim temos novamente o patrão delas a dizer que não lhe apetece paga! Infelizmente não é só nas confecções a fazerem isto, também há construrores que acumulam empreendimentos imobiliários à pála dos trabalhadores e no fim também dizem que não pagam! São as lojas dos chineses que inicialmente não pagam impostos nos primeiros cinco anos e no fim passam a loja para outro nome e voltam a ter isenções fiscais por mais cinco anos. Neste país é mesmo assim muita gente que sobe às costas de outra gente. Se realmente o patrão delas se recusar a pagar as empregadas lá da fábrica que organizem lá uma associação e que tomem a fábrica e que apreendam a mercadoria e que coloquem elas no mercado para venda ou que queimem a mercadoria.
desempregada em 03/09/2010 13:44:55 | IP do Utilizador: 92.250.100.165
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A Omiruza está em nome do Horácio, a nova empresa que supostamente vai reabrir em breve com o nome de excelente rumo, é que está em nome de outra pessoa mas quem irá gerir será o Horácio.
Só vou ter pena das futuras funcionárias que poderão ficar sem subsidio de desemprego e com os salários em atraso, e este só pagará quando bem lhe apetecer.
Aproveitando-se assim do sistema deste país em ter direito a requerer "subsidios" ao empregar mulheres do centro de emprego, dando este para mais um carrito novo.
É assim que o País é um fracaso.
Fico triste em ler e escrever isto.
JMF em 04/09/2010 11:32:09 | IP do Utilizador: 188.80.241.131
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" A Rádio Vizela tentou ainda falar com o Sindicato têxtil do Minho mas, até ao momento não foi possível contactar Francisco Vieira". Uma semana depois o Sindicato continua em férias, mto triste!
M.P stº Eulália em 05/09/2010 22:00:19 | IP do Utilizador: 188.83.155.38
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Fechou uma e já abriu outra, impressionante. Fechou a OMIRUSA e abriu no mesmo local, o mesmo patrão, se calhar em nomes diferentes, uma empresa com o nome de: EXCELENTE RUMO, espectáculo, paga governo!!!!!Funcionárias despedidas da OMIRUZA, mandadas pelo fundo de desenprego, trabalhar para a empresa EXCELENTE RUMO, cujo o patrão só paga se lhe apetecer, se não lhe apetecer, não paga. Ninguem trabalha no combate a esta praga??? O pais assim vai longe, vai;;;FECHA UMA DO HORÀCIO, ABRE OUTRA EMBORA NÂO SEJA EM NOME DO HORÀCIO, MAS QUEM MANDA É O HORÀCIO. OMIRUZA e EXCELENTE RUMO é tudo do mesmo, só para o estado é que não. Como é que isto é possivel. PAGA GOVERNO HÁ CUSTA, DOS NOSSOS IMPOSTOS. Quando o governo gemer outra vez, com falta de dinheiro, que aumente o IVA outra vez ao Zé Povinho, e que deixe este povo roubar a torto e a direito.
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