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Atropelamento ceifa vida a vizelense na Av. Eng Sá e Melo (act.)

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Um atropelamento registado ao início desta tarde, na Av. Engenheiro Sá e Melo, na freguesia de S. Miguel, ceifou a vida a uma vizelense, de 62 anos de idade e provocou ferimentos ligeiros à sobrinha, de 15 anos. Foram atingidas por um veículo ligeiro quando passavam a estrada.

(Notícia atualizada às 18h30)

O condutor do “Fiat Tipo”, envolvido no sinistro, saiu ileso do embate, sem ferimentos aparentes. Tem 61 anos e é residente no concelho de Vizela mais, precisamente, na freguesia de S. João, no Lugar de S. Romão.

O alerta chegou ao quartel dos Bombeiros Voluntários de Vizela, pelas 13h40, sendo que para o local se deslocaram cinco soldados da paz, auxiliados por duas ambulâncias. Na Av. Eng. Sá e Melo esteve ainda a VMER de Guimarães.

De acordo com fonte da Rádio Vizela, Cândida Marques terá tido morte imediata, depois de ter sido abalroada ao longo de 50 metros pelo veículo que circulava no sentido Guimarães-Vizela. O corpo da vítima mortal, que residia na Rua da Rechã, foi conduzido para a morgue do hospital e terá que ser submetido a autópsia. Já a adolescente foi transportada ao Centro Hospitalar do Alto Ave, em Guimarães, com escoriações na cabeça e num dos membros inferiores. Entretanto, já teve alta.

As circunstâncias em que ocorreu esta tragédia estão a ser apuradas pelas autoridades que já estiveram no local a proceder às respetivas medições, tendo se seguido o interrogatório do condutor, que permaneceu no local após o acidente.

De acordo com a GNR de Vizela, os intervenientes no acidente apresentam duas versões diferentes. A jovem alega que passou a estrada, acompanhada pela tia, utilizando a passadeira e que o embate se deu quando já estavam quase em cima do passeio.

Por outro lado, o condutor afirmou às autoridades que Cândida Marques e a jovem não estavam na passadeira quando ocorreu o acidente.

Ainda de acordo com a GNR de Vizela, que foi acompanhada pelo Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação, há testemunhas do sinistro, sendo que a investigação vai agora prosseguir segundo os trâmites considerados normais.

Dizer ainda que, no local, se concentraram algumas dezenas de populares, tendo alguns manifestado, à Rádio Vizela, preocupação face ao traçado desta via com muita afluência de trânsito, desde que a Rua Dr. Abílio Torres passou a ser uma via de um só sentido.

No entanto, a GNR de Vizela garante que, até ao dia de hoje, este local não estava sinalizado como sendo um “ponto negro” no que toca à sinistralidade no concelho.