Dadores de Vizela indignados com taxas moderadoras
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As alterações na Saúde, ao nível das taxas moderadoras, afeta também os dadores de sangue, que já entregaram às entidades governamentais um manifesto contra o corte nas isenções das taxas moderadoras. Vizelenses estão na luta, mas pouco crentes num volte-face.
Enquanto que, anteriormente, os dadores benévolos de sangue eram isentos de taxas moderadoras nos serviços de saúde públicos em geral, atualmente, com a entrada em vigor das novas medidas, o caso muda de figura. Ficam apenas isentos nas unidades de saúde de cuidados primários, como sendo os Centros de Saúde, mas caso se desloquem diretamente ao Hospital, perdem a isenção.
José Oliveira Júnior, presidente dos Dadores Benévolos de Sangue de Vizela, em nota enviada à Comunicação Social, refere que a indignação se estende a “todos os núcleos e federações”. “Foi elaborado um manifesto e entregue ao Ministro da Saúde, assim como ao Instituto Português do Sangue, a dar conta do descontentamento por nos terem cortado um direito que mantínhamos há anos”, refere o responsável que não acredita “que haja um retrocesso na decisão”.
Quanto aos críticos que referem que há dadores que apenas o são para fugirem ao pagamento das taxas moderadoras, José Oliveira Júnior diz acreditar “que os dadores, acima de tudo, são altruístas e benévolos” e garante que os DBSV vai continuar a promover campanhas de recolha de sangue.
“Estou convicto que os nossos dadores vão continuar com a tarefa de dar sangue para salvar vidas”, finaliza o responsável.


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